Análise gramatical da entrevista dos Nardoni
Por Rafinha Bastos - o carinha vô fácil do CQC, programa da Band que vai ao ar às segundas, às 22h (um dia faço um post sobre o programa) e Marcelo Mansfield, ator da Terça Insana.
“Ia ia ogum” UHAUAHUAHUAHUAHUAUHAUHA
Pq o que seria da humanidade sem o humor negro?
Sabiam que desde a morte da Isabella 580 crianças brasileiras também morreram de formas violentas? E me diz se a imprensa dedicou uma linha a elas. Não, né. Mas sabem pq? Porque eram pobres. A imprensa e o público não querem saber de desgraça de pobre.
P.s.: atualizalições aos fins de semana? Don’t get used to.

















Maio 11, 2008 em 5:34 pm
Tinham que estar presos na quarta série. Tá aí. Concordo ;D
Maio 11, 2008 em 7:05 pm
Foda…
As piadas não tem tanta graça. Mas precisa de mais graça do que a entrevista dos dois? hahahaha
Ai, agora to pensando… Como ficará meu blog, de agora em diante?
Maio 11, 2008 em 8:07 pm
Chamaa o pasqualete! (é assim que se escreve?!)
Tinhaa prestadoo atenção só em algumas quando vi a entrevista, mas eles erraram muito mesmo!
Grande abraço
http://peidaesaipoeira.blogspot.com
Maio 12, 2008 em 10:09 am
adoro esses dois (o rafinha e o marcelo, óbvio)
eu já tinha percebido isso e me perguntava: pq esse infeliz poe S no final das palavras…?????? cretinos não? não é a toa q o cara não conseguiu tirar a carteirinha da OAB… faculdade de direito tem uma em cada esquina né, já inteligência vê-se que há mto pouca…
adorei…
me rachei aqui
=)
Maio 12, 2008 em 11:26 am
[...] um saco. Acredito que muitos brasileiros também estão achando isso. E navegando pelo SE MATA lá encontrei o “Papo furado” com Rafinha Bastos e Marcelo Mansfield. Eles conseguiram [...]
Maio 13, 2008 em 1:31 am
Detalhe que o que vocês falaram aqui foi exatamente o que disse um professor meu da faculdade (e tem gente que acha que engenharia não tem aulas de humanas…).
Esse caso só choca porque aconteceu com gente da classe média.
Engraçado que os pobres se revoltaram tanto quanto os ricos ou quanto o pessoal da classe média, sendo que crimes como esse são relativamente comuns entre os pobres.
Dubiedade estranha que acontece nesse país…